Um jeito caseiro de imprimir em grandes formatos.

Hoje eu quero compartilhar uma dica bem bacana com vocês. Muitas vezes precisamos imprimir algumas coisas em  grandes formatos, e encontrar quem faça isso é difícil ou até mesmo mais $$$ do que podemos gastar. Muita gente conhece a impressão de cartazes que algumas impressoras fazem, porém nem todas as máquinas tem essa função, como é o caso da minha impressora atual, e o sistema de impressão de folhas múltiplas, 3×3, 4×4  não atende as nossas necessidades.

Eu “descobri” essa maneira imprimir em grandes formatos ao mesmo tempo em que descobri que minha impressora não fazia e esse tipo de impressão e que eu precisava muito, e pra minha surpresa (por isso é bom sair de nossa zona de conforto) esse método, na minha opinião, é melhor e mais simples,  pois você não fica dependente da impressora e do sistema de folhas múltiplas, podendo imprimir em formatos diferenciados como 1×0,50 m, 2×2 m, etc, e dai dá pra fazer muitaa coisa legal.

Mas vamos lá, como eu disse no começo do post, é uma dica bemmm caseira,  e a solução está no nosso bom e velho  Pacote Office, mais precisamente no Publicher – o editor da Microsoft que serio o Corel ou Illustrator amador e bem mais limitado (rsrs) –  mas enfim ele faz o que precisamos e é isso que interessa. Lembrando que a minha versão é a 2010, então o passo a passo pode ter alguma diferença se a sua versão for outra.

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Vamos ao passo a passo.

Abra o programa e escolha um formato (sempre escolho o A4).

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Depois vá na aba “Design de Página” , clique em tamanho e e depois em configurar página. Na caixa que irá abrir coloque na altura e largura o tamanho da pagina que você precisa, clique em OK e pronto.

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Agora é só diagramar as informações, e aqui vai mais uma dica, faça sua arte no programa que está acostumado, exporte em JPEG (de alta qualidade, claro) e cole em sua página, dai é  só adaptar  tamanho (não esqueça da proporção) e colocar pra imprimir.

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Quando você coloca pra imprimir, o programa já faz toda a divisão das páginas, no meu caso, um formato de 2x1m, ele vai usar 40 folhas pra imprimir. Ainda é possível fazer mais ajustes, caso queira imprimir num formato A3, por exemplo.

Simples não é?

Vale lembrar que eu nunca mecho na sobreposição da imagem e imprimo com borda automática, pois uso a borda  automática pra unir as folhas, dai como a impressora imprimi com borda nos quatro cantos, você vai precisar cortar uma lateral e e a parte de cima ou de baixo, pois se não a borda branca ficará sobreposta a imagem e não vai dar liga. Mas, se você referir  é possível, nas opções de layout, da aba imprimir, colocar uma sobreposição de imagem (você é que defini o espaço da sobreposição) e, nas configurações de impressões avançadas escolher imprimir sem borda, dai não é preciso ficar cortando as bordas brancas.Enfim, é sempre bom fazer um teste antes com uma imagem menir pra ver como seu computador e impressora respondem.

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Os tipos de impressão – laser, jato de tinta e sublimática.

Quantas vezes vamos fazer um projeto que necessita um determinado tipo de impressão, e nos perguntamos, mas qual a diferença entre eles? Ou será que se eu fizer diferente não vai dar certo? Ou ainda, comprei um papel couché (aquele dos folders) e não consigo imprimir? É pra tentar responder algumas dessas questões que surgiu o post de hoje.

Falar dos tipos de impressão é um pouco difícil, pois cada dia surgem novas maneiras de se transferir a imagem para o papel. Mas saber as diferenças entre eles (principalmente os mais comuns) é muito importante, afinal a escolha do tipo certo pode influenciar diretamente no resultado final do trabalho.

Hoje vamos começar pelas opções que temos em casa ou com mais fácil acesso.

Basicamente, em casa temos duas opções: jato de tinta e laser. A primeira é a mais comum , e utiliza uma tinta liquida (cartuchos), que seca por absorção, por isso ela é indicada para papeis porosos, como o sulfite, vergê e cançon, pois a tinta consegue penetrar nas fibras do papel. Basta pegar uma papel com superfície mais lisa, com alguma proteção como o couche, pra perceber que a tinta não seca ou demora muito pra secar, borra e fica uma cacaca.

Já a laser usa um pó (toner), que através do calor e de um longo processo de eletrostática é fixado no papel, por isso ela é indicada para papeis porosos e não porosos. Mas é preciso atenção, pois nem todos os tipos de papel suportam as altas temperaturas da impressora, até mesmo algumas marcas de papel couché!

As impressoras de gráfica rápida ou expressa também  utilizam esse tipo de sistema (jato de tinta ou laser), ou ainda as fitas ou ceras, mais comum para fotos e também nas copiadoras coloridas. A impressão com fita ou cera é a impressão sublimática, um processo que transforma um material sólido em gasoso, sem passar pelo estado liquido. A vantagem dessas impressoras é o custo/beneficio para quantidades e formatos maiores. Além disso, a jato de tinta caseira usa uma tinta a base de água, enquanto as industriais usam uma tinta a base de solvente,que corroe a primeira camada, fazendo com que a tinta penetre nos papeis não porosos.

Nós temos ainda a impressão Off Set, usada nas gráficas de maior porte. A impressão UV, usada em materiais rígidos e planos; A impressão tampográfica, flexográfica, maquinas de impressão digital plotter, enfim uma infinidade de métodos que são mais usados no meio publicitário, para grandes formato e quantidades que ficarão para um outro post.

Por hoje é isso e logo mais eu volto com algumas dicas. bjus

Letterpress neles!

Essa técnica tem roubado o coração das noivinhas de plantão e na minha humilde opinião deveria invadir o mercado de papelaria corporativa, pelo menos o brasileiro, já que o internacional se rendeu há algum tempo ao charme da técnica (amooo). E se engana quem pensa que é só charme, o letterpress consegue transmitir ao impresso muita personalidade e  infinitas possibilidades de criação.

Apesar de ser semelhante ao baixo relevo, seu diferencial está na aplicação de tinta, assim impressão e relevo saem em uma única batida, diferente do relevo seco que dá volume mas não cor. O letterpress tem ainda uma outra vantagem, dessa vez sobre a impressão digital e a off set, por ser um tipo de impressão plana oferece a possibilidade de impressão em papeis de alta gramatura e com textura.

Com borda colorida. Tem como não amar?

Curiosidade: Letterpress nada mais é que um nome mais charmoso e internacional para a tipografia, aquela inventada ou aperfeiçoada  por Gutenberg  que revolucionou o mercado editorial há uns 500 anos atrás (na foto acima um modelo de tipos moveis encaixados para impressão).

letterpressPor hoje eu vou ficando por aqui, espero que tenham gostado, bjos.

São Paulo: algumas dicas.

No começo desse ano fui pela primeira vez pra São Paulo, e apesar de tudo que se fala e ouve achei a cidade até que  tranquila – sorte de principiante, talvez. Eu andei sozinha por praticamente todo o período que estive lá, é claro que não dei bobeira, e procurei não parecer “turista” no meio daquele povo todo e graças a Deus deu tudo certo.

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Masp

Apesar do pouco tempo, consegui conhecer vários lugares, e é difícil dizer o que eu mais gostei. Na Paulista e na Liberdade foram os lugares que eu me senti mais segura; a Estação da Luz é maravilhosa, e vale muito a pena, ao lado está o Museu da Língua Portuguesa (onde estava acontecendo uma mostra sobre o Cazuza), em frente a Pinacoteca e bem pertinho a Estação Pinacoteca (que tem uma exposição bem interessante sobre a Ditadura, vou fazer um post pra falar mais especificamente dela); a Igreja da Sé é linda, mas na praça foi o local que eu me senti mais insegura; e por fim a 25, ah essa é icônica, e tem de tudo e mais um pouco mesmo, gostei tanto que fui duas vezes lá kkk.

Museu da Língua Portuguesa: Exposição Cazuza.

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Um Karaokê divertido no MLP

Assim, resumida e friamente, foi minha passagem por sampa. Mas o mais importante de uma viajem, não são os lugares que você conhece, mas sim as experiências e emoções que esses lugares te proporcionam, e essas são difíceis descrever e impossíveis esquecer. Como por exemplo, as pessoas que me ajudaram com minhas “trocentas” malas no metrô; ou a mulher (não sou boa pra guardar nomes) que me acompanhou no Museu da Língua Portuguesa; ou os senhorzinhos que trabalhavam nos mercados tipicamente japoneses da Liberdade. É tão bom olhar a vida por outros ângulos!

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Sé: turistando e assumindo riscos kkk

E melhor ainda é poder compartilhar essas experiências, por isso vou deixar umas dicas com vocês:

*Ande de metrô, é mais rápido, barato e te leva pra maioria dos lugares, pelo menos os mais conhecidos.  Ah claro, evite horários de pico, se você estiver “turistando” não seja mais uma pessoa a aumentar ainda mais o densidade demográfica do local. Fora isso, abuse desse transporte.

*Quando estiver nas escadas do metrô, deixe sempre a esquerda livre para os mais apressados, nessas cidade as pessoas vivem correndo e você não vai querer empatar a vida de ninguém né?

*Se hospede próximo a um local que você quer conhecer ou a um metrô, principalmente se for ficar poucos dias, isso economiza pelo menos um deslocamento muito longo.

*Não ande deslumbrado ou parecendo perdido, isso pode chamar a atenção de alguns espertinhos (tá ok, isso não é possível em 100% do tempo, e às vezes a gente não resiste a uma foto em plena Praça da Sé). Falando neles, use roupas discretas, evite joias e acessórios chamativos e deixe documentos e dinheiro escondidos. Só não esquece de deixar um documento e um pouco de dinheiro com fácil acesso.

*Por fim, planeje-se. Procure listar os locais que quer conhecer, faça roteiros, informe-se sobre a maneira mais fácil e rápida de se deslocar, sobre horários de funcionamento, etc.

E sobre o que eu faria diferente:

*Diminuiria a ansiedade – Às vezes na pressa de conhecer muitos lugares a gente deixa de curtir alguns momentos ou passa despercebido, ou muito próximo a  lugares importantes sem saber. Como no momento que procurando alguma coisa pra comer eu me deparo com a Galeria do Rock e logo depois – um pouco perdida- olho numa placa de rua e estou no famoso cruzamento da Ipiranga com a Avenida São João.

*Voltaria num final de semana – Não que eu me arrependa de ter ido em um dia de semana, mas dizem que a capital é outra aos finais de semana.

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Na pressa parei pra bater a foto, mas só descobri depois que estava passando pelo Vale do Anhangabaú!

Por hoje é só, bom finde.

Bjus.

Cartões com bordas coloridas – Como fazer?

Oi gentee, o post sobre cartões com bordas coloridas, nosso primeiro post, foi o mais acessado até agora! Então como eu percebi que vocês gostaram do assunto, decidi fazer mais um, porém um pouco diferente, agora com maneiras de fazer as bordas coloridas. Eu amo o resultado dessas bordas, acho que dá um acabamento super diferente aos cartões, já que o combo verniz localizado+laminação fosca se tornou um pouco enjoativo e comum demais. É difícil encontrar alguma gráfica que faça isso (na verdade eu nunca vi!), acho que pra quantidades muito grandes essas técnicas sejam um pouco fora de mão, mas pra menores quantidades são super válidas. Nenhum desses PAP é meu, todos eles eu encontrei “andando” por ai, mas fica aqui minha promessa de testar as técnicas e trazer pra vocês (só não sei quando hahahaha, por que como eu disse no post anterior a vida anda corriiida) como era minha ideia pra esse post. Psiu, é só clicar nas imagens que elas levam ao post original, ok?! Bright Edge Painted Business Card   Essa primeira técnica é da Izabela Domo, do site Design Inspiration, é super simples, talvez a mais simples delas, mas como vocês perceberam os cartões são mais grossos que os que normalmente a gente faz por aqui, e fazer um por um da um trabalho danado (preguiça feelings). DIY Gold Edge Business Cards | Sarah Hearts   Essa segunda técnica é mais pratica e dá pra fazer maiores quantidades com mais rapidez. A imagem já tá bem explicativa, você amarra blocos de cartão com aquelas borrachinhas de dinheiro e passa tinta spray, os blocos tem que estar bem apertados, se não tinta vaza a mancha os cartões. A técnica é da Sarah lá do blog Sarah Hearts. Esse principio de técnica é talvez o mais comum variando a maneira de prender os blocos e a tinta utilizada. Dá pra tetar usar a caneta desse jeito, ou até um giz de cera. Será que rola? Aqui do site Frou Studio prendendo com uma braçadeira e pintando com uma espécie de tinta/pasta dourada. Handmade Blue Edged Design Nesse, do Card Observercom braçadeiras e tinta spray. Hi Sugarplum | DIY Gilded Business Cards Essa caneta dourada é muito comum nos tutoriais americanos, mas eu nunca vi no Brasil, alguém conhece? O PAP é do blog Hi Sugar Plum DIY Edge Painted Business Cards E esse também do site Design Inspiration, mas da Stephanie Hayward, bem colorido segurando os cartões com um peso. Mesmo assim, se o peso não for bem pesado tem que fazer uma pressãozinha com as mãos pra tinta não invadir os cartões, em alguns tutoriais eu vi com uma pedra pequena, mas não sei se da muito certo. Acho que é isso, agora temos bastante ideias pra pintar os cartões, quem se assisca? Bjus, bom finde pra vocês.