Para os apaixonados por viajens – e como fazer tinta para raspadinha.

Dica express de hoje, olhem só que  bacana pra presentear alguém que goste de viajar pelo mundo. A junção de duas coisas super legais e viciantes: raspadinha e  viagem. Já pensou que tudo ver o mapa inteiro raspado?? #SONHOscratch off map!A ideia é do Pinterest (amooo), e pelo que pesquisei está a venda em alguns site americanos como o Urban Outfitters.

Mas que tal tentar fazer alguma coisa parecida em casa? A tinta para raspadinha é super fácil, com tinta guache, detergente e fita adesiva (ou contact) dá pra fazer umas coisas super legais, no site do Manual do Mundo  e do Super Ziper tem o PaP.

Fuii, bjus.

São Paulo: algumas dicas.

No começo desse ano fui pela primeira vez pra São Paulo, e apesar de tudo que se fala e ouve achei a cidade até que  tranquila – sorte de principiante, talvez. Eu andei sozinha por praticamente todo o período que estive lá, é claro que não dei bobeira, e procurei não parecer “turista” no meio daquele povo todo e graças a Deus deu tudo certo.

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Masp

Apesar do pouco tempo, consegui conhecer vários lugares, e é difícil dizer o que eu mais gostei. Na Paulista e na Liberdade foram os lugares que eu me senti mais segura; a Estação da Luz é maravilhosa, e vale muito a pena, ao lado está o Museu da Língua Portuguesa (onde estava acontecendo uma mostra sobre o Cazuza), em frente a Pinacoteca e bem pertinho a Estação Pinacoteca (que tem uma exposição bem interessante sobre a Ditadura, vou fazer um post pra falar mais especificamente dela); a Igreja da Sé é linda, mas na praça foi o local que eu me senti mais insegura; e por fim a 25, ah essa é icônica, e tem de tudo e mais um pouco mesmo, gostei tanto que fui duas vezes lá kkk.

Museu da Língua Portuguesa: Exposição Cazuza.

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Um Karaokê divertido no MLP

Assim, resumida e friamente, foi minha passagem por sampa. Mas o mais importante de uma viajem, não são os lugares que você conhece, mas sim as experiências e emoções que esses lugares te proporcionam, e essas são difíceis descrever e impossíveis esquecer. Como por exemplo, as pessoas que me ajudaram com minhas “trocentas” malas no metrô; ou a mulher (não sou boa pra guardar nomes) que me acompanhou no Museu da Língua Portuguesa; ou os senhorzinhos que trabalhavam nos mercados tipicamente japoneses da Liberdade. É tão bom olhar a vida por outros ângulos!

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Sé: turistando e assumindo riscos kkk

E melhor ainda é poder compartilhar essas experiências, por isso vou deixar umas dicas com vocês:

*Ande de metrô, é mais rápido, barato e te leva pra maioria dos lugares, pelo menos os mais conhecidos.  Ah claro, evite horários de pico, se você estiver “turistando” não seja mais uma pessoa a aumentar ainda mais o densidade demográfica do local. Fora isso, abuse desse transporte.

*Quando estiver nas escadas do metrô, deixe sempre a esquerda livre para os mais apressados, nessas cidade as pessoas vivem correndo e você não vai querer empatar a vida de ninguém né?

*Se hospede próximo a um local que você quer conhecer ou a um metrô, principalmente se for ficar poucos dias, isso economiza pelo menos um deslocamento muito longo.

*Não ande deslumbrado ou parecendo perdido, isso pode chamar a atenção de alguns espertinhos (tá ok, isso não é possível em 100% do tempo, e às vezes a gente não resiste a uma foto em plena Praça da Sé). Falando neles, use roupas discretas, evite joias e acessórios chamativos e deixe documentos e dinheiro escondidos. Só não esquece de deixar um documento e um pouco de dinheiro com fácil acesso.

*Por fim, planeje-se. Procure listar os locais que quer conhecer, faça roteiros, informe-se sobre a maneira mais fácil e rápida de se deslocar, sobre horários de funcionamento, etc.

E sobre o que eu faria diferente:

*Diminuiria a ansiedade – Às vezes na pressa de conhecer muitos lugares a gente deixa de curtir alguns momentos ou passa despercebido, ou muito próximo a  lugares importantes sem saber. Como no momento que procurando alguma coisa pra comer eu me deparo com a Galeria do Rock e logo depois – um pouco perdida- olho numa placa de rua e estou no famoso cruzamento da Ipiranga com a Avenida São João.

*Voltaria num final de semana – Não que eu me arrependa de ter ido em um dia de semana, mas dizem que a capital é outra aos finais de semana.

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Na pressa parei pra bater a foto, mas só descobri depois que estava passando pelo Vale do Anhangabaú!

Por hoje é só, bom finde.

Bjus.